JOGO 21 – Sinuca embaixo d’água x Mohamed, o latoeiro

JOGO 21

Sinuca embaixo d’água,
de Carol Bensimon (Companhia das Letras / 2009)
x
Mohamed, o latoeiro,
de Gilberto Abrão (Primavera Editorial / 2009)

—————

JUÍZA
Elisa Viali
– É formada em jornalismo e artes cênicas. Trabalhou durante três anos como editora de livros de design e tecnologia. Hoje, é coordenadora de comunicação digital no Grupo A. Escreve para o blog www.grupoa.com.br/bloga e tuita esporadicamente em @elisaviali.

O jogo

A menos que você seja um leitor extremamente clínico e objetivo, é impossível passar incólume pelas páginas de Mohamed, o latoeiro e Sinuca embaixo d’água. Lembranças pessoais hão de surgir – e quem sabe até um aperto no peito ao pensar em alguém que já não está mais por aqui. Isso porque Gilberto Abrão e Carol Bensimon constroem suas histórias ao redor de uma ausência, de uma saudade. E os seus relatos são tão íntimos, tão inspirados na realidade, que quem os lê naturalmente esboça conexões com experiências próprias, assim como cada um de nós enfrenta a perda de maneira única. No entanto, os escritores também percebem o luto de formas distintas. Os dois textos têm como ponto de partida a morte, mas as histórias de vida que os autores desenvolvem para além dessa coincidência em nada se parecem.

Mohamed, o latoeiro tem uma narrativa circular que inicia e termina com o funeral do personagem-título na mesquita Imã Ali Ibn Abi Talib, em Curitiba. Entre as primeiras e as últimas páginas do livro, transcorrem-se 75 anos, os quais abarcam casamentos, separações, nascimentos e mortes de três gerações da família Othman (Ibrahim Othman pai, o próprio Mohamed e Ibrahim filho), oriunda da pequena aldeia de Ain el-Jesh, na Síria. Misturando fatos reais com pitadas de ficção, Gilberto Abrão traça em detalhes a trajetória de Mohamed Ibrahim Othman à terra tupiniquim, refletindo, principalmente, sobre o choque entre a cultura árabe e a brasileira, e a nostalgia que acompanha aqueles que deixam sua terra natal.

Um dos pontos fortes da obra de Gilberto Abrão é, logo de início, inserir o leitor no contexto cultural que já lhe é tão familiar (além dos causos que ouviu de parentes, o escritor morou dos dez aos 14 anos no Líbano e, quando adulto, passou 14 meses na Faixa de Gaza como voluntário das Nações Unidas). Trechos descritivos – por vezes um tanto didáticos – explicam as tradições árabes mais comuns, como a valorização do varão na família:

[…] todo homem deve ter pelo menos um filho para que haja continuação do nome. Quatro ou cinco, melhor ainda: garante a preservação do nome de forma mais ampla. As meninas não dão prestígio, em vez disso, dão preocupação e podem até desonrar o nome da família. (p. 20)

A reação de autoflagelo decorrente da notícia de uma morte (a frase a seguir expõe a emoção da irmã de Mohamed, Yemma, ao saber do falecimento do pai):

Quando voltou a si, Yemma arrancou o véu da cabeça, rasgou as vestes na frente, jogou cinza e terra sobre o rosto, sobre o colo desnudo e na cabeça, soltando um grito doloroso. (p. 320)

E a importância de uma ascendência de boa reputação:

Ibrahim estava um pouco nervoso. Tinha de dizer à Aqul que a sobrinha dela definitivamente não casaria com seu filho Mohamed. Ela perguntaria o porquê de tal deliberação, e ele responderia, com firmeza, que Mohamed deveria casar com uma moça de boa estirpe da aldeia. (p.118)

De modo geral, as descrições cumprem com eficiência seu papel de contextualização. O escritor exagera, no entanto, no detalhamento das receitas culinárias de Yemma, irmã de Mohamed, que chegam a preencher até três páginas seguidas. Por mais que abobrinha recheada e quibe assado tenham o seu valor, o passo a passo de como cozinhar as iguarias nada acrescentam à trama – pelo contrário, diminuem o seu ritmo. Outro recurso que poderia ter sido usado com mais parcimônia são as correspondências compartilhadas entre os personagens. O leitor toma conhecimento de diversos fatos da história por meio dessas cartas, mas a maioria é extensa demais ou repete o que já foi dito em outra ocasião.

Esses detalhes, no entanto, não impedem Mohamed, o latoeiro de ser uma leitura agradável. O foco central do livro, o cotidiano da família síria, garante situações divertidas – como as escapadas de Mohamed com Kafa, garota sensual, mas sem pedigree – e também emotivas – a morte da mãe do protagonista ao dar à luz o terceiro filho é um exemplo. Com uma edição rigorosa (sem medo de usar a caneta e a tesoura!) e um aprofundamento maior dos personagens, a obra poderia deixar de ser apenas uma quase autobiografia para atingir um público maior do que os curiosos pelos relatos de imigrantes árabes e seus descendentes.

Seguindo um caminho oposto ao livro de estreia de Gilberto Abrão, Sinuca embaixo d’água analisa não a vida de quem já se foi, mas o que acontece com quem precisa aguentar firme, superar o luto e seguir em frente. Com uma prosa deliciosa e melancólica, o primeiro romance de Carol Bensimon retrata as diferentes maneiras como a morte prematura de uma linda e inteligente menina, Antônia, impacta a vida das pessoas que a rodeavam.

Camilo, irmão de Antônia, é um garoto-enxaqueca que custa a encontrar um norte; Bernardo, guri tímido e culto, nutre uma paixão platônica pela melhor amiga que acaba de falecer; e Polaco, dono do bar preferido dos três jovens, guarda em segredo um amor do passado. Cada personagem tem uma vida interior rica e tangível, de modo que é fácil se identificar e até torcer por eles. Suas opiniões são expostas em capítulos que levam os seus nomes, narrados em primeira pessoa. Completam a trama Lucas, Gustavo e Helena, figurantes que acrescentam novas tentativas de resposta a uma mesma dúvida: como é que uma garota tão bonita e promissora pôde morrer tão cedo, ainda mais em um acidente de carro absolutamente estúpido?

Sinuca embaixo d’água é daqueles livros para sair rabiscando de cabo a rabo; não por encontrar errinhos de gramática aqui e ali, como ocorre em Mohamed, mas por querer sublinhar trechos na esperança de assim conseguir guardá-los durante mais tempo na memória. São palavras com uma linguagem corriqueira e ao mesmo tempo poética, profunda. Difícil não concordar com Antônia quando Bernardo afirma que ela:

[…] dizia que o mundo era como um monte de gente recém-saída do oculista ainda sentindo o efeito do colírio-de-dilatar-pupilas: nos enche de mais luz do que podemos suportar e por isso ficamos sem ver nada de nada. (p. 7)

Ou se identificar com passagens como:

Há algo de estúpido aí, no fato de um livro durar mais do que uma pessoa, o livro que pode ser uma árvore que há anos se balançava sem sair do lugar. É papel. Eu poderia rasgá-lo agora. Eu poderia colocá-lo no lixo e esperar que o mandassem para o centro de reciclagem. (p. 85)

E:

Faz parte do desafio encontrar a canção certa para o momento certo, e às vezes se começa pelo momento, outras vezes pela própria canção, como se a canção pudesse expandir-se e encarregar-se de construir tudo o que há em volta dela. (p. 131)

Assim como Mohamed, Sinuca tem um quê autobiográfico; mas, para além de uma simples ficcionalização de fatos reais, Carol Bensimon consegue construir uma história tocante e encantadora, que diz respeito a sensações comuns a todos nós, independentemente de etnia, credo ou idade: a complicada transição para a fase adulta; a dificuldade em lidar com a nossa própria mortalidade; e a absurda falta que algumas pessoas fazem na nossa vida.

Mohamed, o latoeiro é texto despretensioso e envolvente, mas que peca pelo excesso de detalhamento e pela falta de personagens memoráveis; Sinuca embaixo d’água é prosa leve e ao mesmo tempo intensa, contada por personagens extremamente humanos e – grande vantagem – que deixa um gostinho de quero mais. Ganha o romance de Carol Bensimon, por três gols a um.

PLACAR
Sinuca embaixo d’água 3 x 1 Mohamed, o latoeiro

VENCEDOR
Sinuca embaixo d’água
, de Carol Bensimon

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13 respostas para JOGO 21 – Sinuca embaixo d’água x Mohamed, o latoeiro

  1. Homero Jucceni disse:

    Arbitragem irretocável. Deu-me vontade de ler os dois livros.

  2. Cristian Marques disse:

    Realmente Homero, fiquei com “água na boca” pra devorar os dois livros. Parabéns pela arbitragem e aos autores por terem criado histórias boas de ler e resenhar.

  3. Laura disse:

    Nunca tinha ouvido falar desse “Mohamed, o latoeiro” e pela história até leria. Mas, meu deus, esse título é muito ruim.

    Quanto ao “Sinuca”, livrão né. Pau a pau com “Mãos de cavalo” pra romance dos 2000 até agora (delimitação besta, eu sei, mas enfim). Curto bastante. E acho bem mais intenso do que a resenha dá a entender. Obriguei um monte de amigo a ler e até os mais enjoados do tipo literatura-contemporânea-não-presta gostaram.

  4. Me parece desde o início que esse embate contrapõe não apenas os dois livros, mas duas gerações: Carol, que escreve a literatura que fal diretamente à juventude de agora, e o Abrão, que, mais velho, também escreve um romance de sabor mais passadista. O último comentário, da Laura, meio que comprovou para mim essa impressão (para mim, por exemplo, o título, embora esquisito, resultou curioso. Não entendi por que Laura o achou tão ruim).
    O que se poderia discutir a partir é se a contemporaneidade de um livro com seu tempo é um valor em si, bem como se um livro com um tom levemente mais clássico imediatamente se torna deficiente.

    • Oi Carlos.
      Sempre que alguém coloca essa questão eu me pergunto se algum autor de fato consegue fugir de sua contemporaneidade. Creio que por mais que ele tente (ou mesmo consiga) produzir um texto mais clássico, ou mesmo de época, existem coisas das quais ele não conseguirá se libertar. Ele não poderá deixar de lado as referências históricas e culturais de seu tempo, e mesmo que mergulhe fundo em uma época anterior, haverá algum detalhe no qual irá deslizar. Conheci um autor espanhol que escreveu um livro sobre a queda de Granada. Ele fez um excelente trabalho de pesquisa, passou anos mergulhado nos mais mínimos detalhes. E ao final produziu um texto que foi festejado pelo público e pela crítica. Contudo, ele retrata, em determinada parte do livro, o antigo e maravilhoso pé de três-marias que adorna uma das fachadas do Generalife. A planta é lindíssima e figura em centenas de fotos, porque contratas maravilhosamente sua floração com a parede branca sobre a qual se apoia. Contudo, na época descrita pelo autor, a três-marias não estava lá: a planta só seria conhecida no Ocidente mais tarde (creio que ela é originária da China). O que quero dizer com isso, é que a planta estava na contemporaneidade do autor, mas não do momento retratado. Ele não tinha como saber disso, foi um dado aleatório que meu companheiro só detectou porque na mesma semana em que leu o livro, leu um artigo onde se comentava que essa planta tinha sido introduzida no século tal.
      Este é só um exemplo canhestro. Mas eu não creio que um autor consiga se desvestir de seu próprio tempo. Está imbuído no texto, porque o próprio autor é produto do seu tempo. Acho que a própria escolha de um tema e a forma de tratá-lo no texto, vem do tempo em que vive, das coisas que o autor sente falta, ou aquelas que ele encontra importante retratar.

      • Marcos Columbelli disse:

        Interessante análise da Simone. Ela daria uma ótima árbitro para o próximo Gauchão, não?

  5. Laura disse:

    Carlos André, eu achei o título muito “fácil” (na falta de palavra melhor) e pouco atrativo. Tenho tendência a curtir títulos mais trabalhados, mas claro que isso não tem a ver com a qualidade do livro em si. É só uma observação. É mais tipo: se minha editora fosse publicar esse livro eu ia propor uma mudança.

    Quanto ao comentário da Simone, discordo um pouco. Acredito que tem muito autor contemporâneo “anacrônico”. O exemplo é bom, mas as referências históricas e culturais são apenas um ponto em um livro. A própria trama e o estilo falam mais alto. É esse tipo de anacronismo que me incomoda.

    O Carlos André disse: “O que se poderia discutir a partir é se a contemporaneidade de um livro com seu tempo é um valor em si, bem como se um livro com um tom levemente mais clássico imediatamente se torna deficiente”. Bom, sempre lembro do “Dois irmãos”, do Hatoum. Não é um livro ruim, mas o estilo é, para mim, ultrapassado. Isso é ruim? Não sei, talvez sim. Porque me soa artificial. Talvez aí a “”””deficiência””””. Quando pego então um livro como o “Sinuca” ou o mais recente do Xerxenesky, por exemplo, sinto que essa contemporaneidade está sendo mais bem representada. Me soa mais natural (não que a naturalidade seja uma grande vantagem na literatura, mas a verossimilhança costuma ser sim). Sérgio Sant’Anna tem uma frase bacana sobre isso: “vou fazer a arte do meu tempo” (e ele de fato faz).

    E sem querer ser a chata acadêmica dos comentários mas já sendo, o Agamben tem um texto que provavelmente vocês conhecem chamado “O que é o contemporâneo” no qual discute justamente essa questão. Mas para ele contemporaneidade não tem a ver com ser daquele tempo e sim com a distância que o autor mantém do seu próprio tempo, tornando mais eficaz a observação deste. Sei lá, só mais uma visão do assunto 🙂

  6. Vou começar explicando à jovem Laura o que é um latoeiro.
    Latoeiro, filha, é aquele profissional que saía pelos bairros (ou arrabaldes, para ser mais anacrônico) de Curitiba carregando uma caixa de ferramentas. O cara consertava panelas, bules, leiteiras, regadores, etc. e fazia canecões das antigas latas de óleo.
    Ele tilintava com um ferrinho sobre uma frigideira anunciando sua chegada ao bairro. As donas de casa (que expressão anacrônica!) saíam à rua com os objetos que precisavam de conserto.
    A figura do latoeiro não existe mais, Laura. Foi extinta nos anos 70. Assim como o afiador de facas e tesouras está para ser extinto aqui no Rio Grande do Sul.
    Mohamed, o latoeiro é a saga de um imigrante árabe – sírio, precisamente – que vem ao Brasil em 1928. Tenta ser comerciante, como a maioria dos árabes, mas não se dá bem. Depois de várias experiências frustrantes acaba se tornando latoeiro. Portanto, ele escapa do estereótipo do árabe dono da “lojinha de turco”. Por ser exatamente um árabe exercendo uma profissão incomum que o torno o herói – ou o anti-herói, se preferir, e dou-lhe o nome de Mohamed, o latoeiro. Que título tu gostarias que eu ou a editora desse ao romance? “O homem que consertava panelas”? ou quem sabe, “O turco que não era comerciante”? Ou ainda, “os quiproquós do imigrante árabe que consertava panelas”? Não dá, né?
    No Brasil, Mohamed tem seus encontros e desencontros, amores e desamores, vitórias e decepções. Como a história é entre cenário e personagens árabes, na sua maioria, procuro dar à narrativa o modo árabe de ver as coisas, o linguajar árabe, com todas suas mesuras, floreios de linguagem e salamaleques. Ou seja, é um romance escrito em português, mas a sua idiossincrasia e totalmente árabe. Procurei colocar o leitor na atmosfera, no ambiente, na linguagem utilizada. Não posso fazer um diálogo entre o Mohamed e seu patrício Khalil, por exemplo, dizendo coisas tipo: “Ô cara, vem traçar um rango comigo no domingo!” Isso não é árabe e não é linguajar dos anos 30 e 40 do século passado. Tenho que botar as coisas no devido lugar. Portanto, tenho que criar um diálogo apropriado aos personagens e ao tempo. Nesse caso a frase acima viraria, “Khalil, dê-me a honra de ser meu convidado para o almoço no domingo!” Isso é ser anacrônico, filha?
    Você chamou o Milton Hatoum de anacrônico! Uffff! Desculpe, filha, mas vou me posicionar do lado do Hatoum, Do lado do Gabriel Garcia Marques. Do lado do Mario Vargas Llosa. Do Jorge Amado. Do Umberto Eco. Do Naguib Mahfuz (egípcio, prêmio Nobel) Sou um anacrônico assumido! Carrego a bandeira do anacronismo!
    Por fim, filha, recomendo que tu peças emprestado e leias o romance! Só por curiosidade. Grande abraço

    • Laura disse:

      Olá, Gilberto. Agradeço pela sua pronta e detalhada explicação, mas continuo achando o título do seu livro bem ruim, sinto muito. E, como não li, infelizmente não posso responder sua pergunta e sugerir um título melhor, desculpe.

      Bom, não achei a parte que falo que seu romance é anacrônico (eu disse isso? estranho, porque não o li). E, quanto ao Hatoum… bem, é uma opinião. Embasada, inclusive, porque expliquei os motivos.

      Quanto à recomendação de leitura, se você reler meu primeiro comentário verá que eu disse “pela história até leria”. Bom, quem sabe então? E se eu ler e pensar num título bacana te falo, ok?

      P.S: Garcia Márquez, Umberto Eco e Jorge Amado anacrônicos???

      • Oi Laura, só para lembrar, falamos brevemente sobre textos anacrônicos no comentário ao meu comentário aí em cima.
        Abraços!

      • Olá, Laura!
        Pelo jeito tu tens mais um companheiro que julga o título horrível! Veja aí embaixo. O comentário que o rapaz julga ser arrogante deve ser o meu. Mas o que eu posso fazer? O Mohamed foi lançado em 2009, vai pra 2ª edição e – olha! – está tendo uma boa aceitação do público. A crítica especializada talvez não veja nele uma literatura hermética, filosófica, profunda na composição dos personagens, mas é uma história que o público está gostando (e não é público que assiste novela do SBT, como diz o companheiro abaixo). Talvez eu seja um mero contador de histórias – adjetivo que muito me agrada – mais do que um escritor de narrativa complexa, dado a emaranhados psicológicos dos personagens, de linguagem “contemporânea”, de estilo renovador… nada disso! Eu conto uma história! E os que a leram acharam bonita. Simplesmente isso.
        Quanto aos 3 ícones acima, pelo teu texto me pareceu que tu também considerarias eles anacrônicos. Tenho eles como mestres e ídolos e tento imitá-los.
        Tu me deixaste curioso para saber que título tu darias ao romance. Vou ver se consigo que a editora te mande um exemplar. Eu não tenho mais, nem umzinho-da-silva. Senão, te mandaria.
        Me passa o teu endereço, por favor. Abraços.

    • Sergio disse:

      1) Que comentário bem arrogante.

      2) O título desse livro é pavoroso, parece de novela do SBT.

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